quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Halloween

Gostosuras ou Travessuras??



Veja no nosso Especial Halloween como comemorar esse dia:

Livros  //  Filmes  //  Atividades

Inspirações:

20 Dicas Para Divertir As Crianças - Parte II

11. Corrente de histórias
Essa atividade estimula a memória e a criatividade, desinibe e, o que é melhor, pode acontecer em qualquer lugar, até no carro. Comece com "era uma vez" e lance a bola para que as crianças continuem a história. Cada uma conta um pedaço e passa adiante. Se tiver chance, ponha tudo no papel e leia para elas depois. Com certeza renderá boas gargalhadas, já que as tramas costumam ficar sem pé nem cabeça.

12. Dança das cadeiras diferente
A brincadeira continua um sucesso, desenvolvendo a coordenação, o ritmo, a concentração e a agilidade. E a regra também não mudou nadinha: as crianças correm ao redor das cadeiras e, quando a música pára, tentam sentar - como sempre falta um lugar, um participante cai fora a cada rodada. Mas você não precisa desmontar a sala ou levar a mobília para o playground. Recorte círculos ou quadrados de cartolina colorida e fixe as figuras no chão com fita crepe. No calor, que tal trocar o papel por bacias cheias de água? A garotada certamente vai se esbaldar. Antes, porém, certifique-se de que o piso seja antiderrapante.

13. Eu vejo...
Boa pedida para os que têm entre 2 e 7 anos e precisam gastar energia. Num lugar espaçoso, como uma praça, diga: "Vejo uma coisa amarela" ou "Vejo uma coisa fina e comprida". A criança deve localizar o objeto e correr para tocá-lo. Além de se exercitar, ela aprimora a percepção e trabalha conceitos como grande ou pequeno, fino ou grosso, alto ou baixo e longe ou perto.

14. Olho vivo
O ambiente ideal é uma sala repleta de móveis e enfeites - mas fique tranqüila, seus bibelôs vão permanecer intactos. Diga à criança para observar atentamente o cômodo e, depois, se retirar. Esconda então um dos objetos e desafie-a a descobrir o que está faltando. É um jeito dinâmico de aprimorar a atenção, a concentração e a memória, ideal para maiores de 7 anos.

15. Adivinhe o que eu tenho aqui
Separe objetos de materiais, tamanhos e pesos diferentes: uma bolinha, uma colher de pau, uma caixa de fósforos. Mostre para as crianças. Sem que vejam, coloque um deles num pote de plástico opaco, grande o suficiente para permitir que balance e peça que, pelo barulho, adivinhem o que há lá dentro. Boa maneira de exercitar a percepção auditiva.

16. Eu sou assim
Deite seu filho sobre uma grande folha de papel e risque o contorno do corpo dele. Depois peça que complete a figura - dos 3 aos 6 anos, é um ótimo exercício de reconhecimento do esquema corporal. Dica: deixe um espelho por perto para consultas eventuais. Se a brincadeira for em grupo, misture os desenhos no final e desafie as crianças a identificar quem é quem.

17. Piquenique
Que tal um lanche ao ar livre? Pode ser no jardim, na praça ou num cantinho do playground. A diversão começa na cozinha. Coloque fatias de pão de fôrma, frios fatiados e outros ingredientes numa mesa e peça que cada um prepare seu sanduíche, embale em saquinhos de papel e escreva seu nome. Para crianças de 4 a 9 anos, é uma maneira deliciosa de estimular a coordenação motora fina, a organização e a capacidade de escolha.

18. Mosaico de papel
Quem não gosta de picar papel? Com uma tesoura ou as mãos, reduza revistas velhas a quadradinhos de tamanho regular - crianças mais velhas podem se encarregar da tarefa. Ponha o material em potes, forneça folhas de papel e cola branca (fica mais fácil usar com pincel) e deixe que soltem a imaginação formando e preenchendo figuras.

19. Massinha para os miúdos
Modelar exercita a musculatura das mãos e a coordenação motora fina. Esta receita é muito fácil e não representa risco para os pequenos, que põem tudo na boca: numa tigela, junte 1 xícara de sal refinado com a mesma medida de farinha de trigo. Acrescente água aos poucos e vá amassando até que a mistura fique homogênea, sem grudar nas mãos - você pode tingi-la com suco artificial em pó. Dura três dias, guardada na geladeira em saco plástico.

20. Vira bicho
Entre 2 e 5 anos, os pequenos adoram animais. Depois de contar histórias sobre bichinhos, proponha uma dramatização com máscaras. Você só vai precisar de pratinhos de plástico de festas infantis: faça furinhos para os olhos e deixe que criem as carinhas com tinta e colagem. As máscaras podem ser usadas com elástico ou palitos de sorvete. Enquanto se fantasiam, eles aprimoram o vocabulário, a memória, a concentração e a percepção.



(Fonte: Site da Revista Cláudia)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

5 Ações Diárias

Uma ONG britânica, após um estudo, criou uma lista de cinco ações diárias que os pais devem fazer para aumentar a chance de sucesso dos seus filhos. Veja quais são:

* Ler para seu filho por 15 minutos.

* Brincar com ele no chão por 10 minutos.

* Conversar com seu filho por 20 minutos com a TV desligada.

* Ter atitudes positivas em relação ao ele, e elogia-lo com frequência.

* Dar ao seu filho uma dieta que ajude seu desenvolvimento.



Essas atividades são importantes para o desenvolvimento físico e psicológico da criança e, segundo a ONG, aumenta a sua mobilidade social.

Essas ações podem ser encaixadas na rotina de pais, mesmo daqueles que têm um dia-a-dia atribulado, pois levam apenas 45 minutos. Além, claro, da adoção de uma postura positiva, inclusive em relação a alimentação, assunto que é uma grande preocupação atual.


terça-feira, 28 de outubro de 2014

20 Idéias Para Divertir As Crianças - Parte I

1. Dedo verde
Ao cuidar de uma plantinha, seu filho desenvolve a responsabilidade, o respeito à natureza, a atenção e a coordenação motora. Selecione espécies que crescem rápido, como cebola e feijão, para que ele note o que mudou a cada dia - as transformações podem ser anotadas ou desenhadas num diário. Institua uma rotina de cuidados, com hora certa para regar e colocar o vasinho ao sol.

2. Chuva de idéias
Lance um problema no ar: a sala está trancada e todos querem sair, só que a chave está numa prateleira alta demais. O que fazer? Vá aumentando o desafio gradativamente: se a resposta for subo numa cadeira", explique, por exemplo, que não há nenhum móvel na sala (muito cuidado para não lançar questões sem solução). Esse tipo de jogo desenvolve competências e criatividade dos maiores.

3. Guia de cego
Ponha uma venda nos olhos da criança e peça que uma outra seja seu guia em tarefas simples, como andar, beber, comer ou guardar um objeto na gaveta. Depois faça com que elas troquem de posição. Os pequenos repensam gestos corriqueiros, desenvolvem o senso de responsabilidade e cidadania e dão boas risadas. Cuide apenas para que todos fiquem longe de escadas e objetos perigosos.

4. Vamos acampar?
Ninguém precisa dormir ao ar livre. Coloque um lençol sobre a mesa de jantar e a transforme numa cabana de faz-de-conta, com direito a saco de dormir ou colchonete, lanterna e lanche, onde seu filho pode passar uma noite diferente - em segurança. Aproveite para contar histórias e entrar no clima com ele.

5. Fábrica de carimbos
No quintal ou no playground do prédio, forre o chão com um plástico grande (cortinas de boxe são perfeitas para isso) e dê duas ou três barras de sabão para cada criança. Peça que façam desenhos em baixo-relevo nelas usando a ponta de uma caneta. Ajude-as a retirar as rebarbas e deixe que pincelem as barrinhas com tinta guache - se preferirem estampar camisetas, use tinta própria para tecido. Os mais crescidos vão soltar a criatividade, enquanto os menores vão gostar mesmo é de testar misturas de cores, lambuzar as mãos e fazer bagunça.

6. De onde vem?
No parque, sem que as crianças vejam, recolha folhas, pétalas e sementes. Depois as desafie a descobrir a que plantas pertencem. Os menores, a partir dos 4 anos, se sentem desafiados pela possibilidade de desempenhar a tarefa sem a ajuda de um adulto. Para os mais velhos, em torno dos 8 anos, a graça está na competição - se tiverem uma lupa nas mãos, vão se sentir verdadeiros detetives.

7. Memória visual
Espalhe sobre a mesa objetos que seu filho conheça muito bem: borracha, lápis ou brinquedos. Deixe que observe atentamente as peças e depois cubra tudo com um lençol. Proponha, então, que ele faça uma lista do que viu. Para tornar a brincadeira mais complexa, vá retirando alguns objetos a cada rodada. Com menores de 4 anos, não use mais de quatro elementos.

8. O que há na vizinhança?
Visitas ao supermercado ou à lavanderia podem se transformar numa brincadeira educativa, contribuindo para o desenvolvimento da memória e da observação. Antes de sair com o pequeno pelo bairro, a pé ou de carro, peça que liste, de memória, coisas que se vêem no trajeto. Na rua, ele vai adorar conferir os itens. Se o passeio incluir mais de uma criança, proponha uma contagem de pontos.

9. Baú de fantasias
Apesar de simples, essa atividade rende horas de diversão para crianças dos 3 aos 10 anos. Separe roupas, chapéus, gravatas, óculos, bijuterias e sapatos num grande cesto e deixe que soltem a imaginação. Os menores curtem a chance de vestir as peças sem ajuda. Os maiores adoram inventar personagens e dramatizar suas histórias.

10. Dia colorido
Crianças entre 2 e 5 anos estão em plena fase de discriminação das cores e adoram essa brincadeira. Uma ou duas vezes por semana, dedique o dia a uma determinada cor. É dia do vermelho? Escolha roupas do tom, use a toalha de mesa de acordo, sirva a gelatina que combina. Leve seu filho para um passeio e peça que aponte os objetos vermelhos. Se ele usar uma folha de papel celofane como filtro, verá o mundo inteiro colorido.


Continua...



(Extraído do site da Revista Cláudia)

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

7 idéias que aproximam crianças da política e da cidadania

Às vésperas das eleições, a política parece estar em todo o lugar. No entanto, para aqueles com menos de 18 anos, a questão fica um pouco mais distante, como algo apenas para os adultos. Reduzir este distanciamento e desenvolver a cidadania das crianças e adolescentes é um dos desafios postos à educação, uma vez que a participação e o exercício político faz parte do desenvolvimento integral das pessoas.

Estimular e desenvolver o espírito crítico, a consciência política e o desejo de participação nas questões decisórias da sociedade são tarefas que extrapolam os muros das escolas e demandam apoio de outros atores e setores. O Centro de Referências em Educação Integral listou 7 iniciativas em que escolas se apoiaram em outros atores para fortalecer o desenvolvimento da cidadania de crianças e adolescentes. Confira!

1. Tribunal Regional Eleitoral (DF) entra nas escolas
Com programas voltados a estudantes desde o primeiro ano do ensino fundamental até o ensino médio, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal busca sensibilizar para a importância da cidadania e da participação política. O projeto “Inclusão Social desde a Infância”, voltado a crianças do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, busca o desenvolvimento de valores ligados à cidadania. Por meio de um teatro de fantoches, personagens folclóricos assumem bandeiras e pedem voto aos estudantes, que posteriormente elegem a proposta mais interessante.

Na fase seguinte, do 6º ao 9º ano, os alunos são convidados a comporem partidos e pensarem políticas públicas ligadas a um determinado tema, como drogas, violência doméstica, bullying e exploração sexual infantil. Para os adolescentes do ensino médio, a iniciativa do TRE busca também estimular o despertar de lideranças tanto para o grêmio quanto para a política. No programa “Eleitor do futuro”, o TRE também apoia a realização das eleições para o grêmio.

2. Projeto Eleitor Mirim
A cada ano, o plenário da Câmara dos Deputados é tomado por estudantes do 5º ao 9º ano, que ocupam os lugares dos deputados federais e debatem propostas para a melhoria de suas realidades. É o Projeto Eleitor Mirim do Plenarinho, iniciativa da Câmara em parceria com escolas de todo o país. Após o período de inscrição, são escolhidas cinco escolas, que então ficam responsáveis por criar um partido com candidato e programa definido. Na atual edição, quatro escolas irão à Brasília com candidatos fictícios que irão apresentar e debater suas propostas. Os projetos selecionados serão divulgados no dia 23 de setembro e a ida à Brasília será dia 30 de outubro. A iniciativa que ocorre há oito anos já teve sete propostas apadrinhadas pelos deputados e transformadas em projetos de lei.

3. Prêmio Crianças do Mundo 
Anualmente, crianças e adolescentes de todo o globo se mobilizam para eleger uma personalidade de destaque na defesa de seus direitos. A partir de indicações de organizações sociais, um júri formado por pessoas com menos de 18 anos elege três candidatos que serão votados por crianças de todo o mundo. O processo de eleição é precedido por formações sobre direitos, participação social e democracia, e por debates sobre a atuação dos candidatos. Os votos são enviados à organização na Suécia que contabiliza. A iniciativa envolve 110 países [entre eles o Brasil] e quase 60 mil escolas.

4. Câmara Mirim de Joinville 
Desde 2000, a Câmara Municipal de Joinville (SC) abre espaço para os estudantes do 5º ao 7º ano do ensino fundamental debater propostas para suas escolas e comunidades. As atividades têm início com o processo eleitoral dentro de cada escola, com os alunos interessados se candidatando e fazendo campanha com suas propostas. O estudante com mais votos junta-se aos escolhidos pelas outras escolas e passa por uma formação na Escola do Legislativo da Câmara de Joinville. Juntos, os vereadores mirins debatem iniciativas de melhorias da realidade e, após chegarem a um consenso, enviam a proposta aos órgãos responsáveis. Uma das propostas que foram levadas adiante pela prefeitura foi a instalação de laboratórios nas escolas e de melhoria em espaços escolares.

5. Conselho Municipal de Meninos e Meninas de Toulouse, na França
Nesta iniciativa francesa, participam crianças do 4º ano da educação primária (entre 9 e 10 anos de idade) que são eleitas pelos seus colegas para um mandato de dois anos. O Conselho Municipal é subdividido em conselho distritais, garantindo a diversidade da cidade. A partir de suas comunidades, as crianças identificam as necessidades, formulam projetos e levam ao Conselho Municipal. Já foram propostas ações como a criação de comissões regionais para pessoas com dificuldade de locomoção e deficiências físicas e a instalação de centros de empréstimo de bicicletas próximas às escolas, com a possibilidade de crianças utilizarem o serviço sem a presença dos pais.

6. Orçamento participativo criança em Santo André (SP)
No município paulista, crianças do ensino infantil e fundamental são convidadas a contribuir nos debates do orçamento participativo da cidade. Cada escola elege seus representantes mirins que irão participar das audiências do orçamento participativo. No entanto, antes de participar das reuniões, as crianças identificam em suas escolas e bairros demandas e problemas para poder pleitear ações e soluções. Em 2014, foram realizadas 66 propostas pelas crianças.

7. Conferências Lúdicas de Pinheiros
Com o intuito de efetivamente dar espaço à voz de crianças e adolescentes, as conferências lúdicas trazem um formato diferente de debate. Por meio de oficinas, crianças e adolescentes constroem suas propostas em relação a diferentes temas de interesse coletivo, como meio ambiente e sexualidade, que são então levadas até a conferência nacional. Na região de Pinheiros na capital paulista, a conferência em 2011 reuniu cerca de 300 jovens que puderem participar de 13 oficinas temáticas.


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dica de Leitura: Marcelo, Marmelo, Martelo

Marcelo, Marmelo, Martelo e Outras Histórias, de Ruth Rocha
e ilustrações de Adalberto Cornavaca, (Editora Salamandra)



O livro tem três histórias: Marcelo, Marmelo, Martelo, Teresinha e Gabriela e Os Donos da Bola. Nelas, os leitores conhecem crianças que se deparam com reveses comuns no universo infantil, como a dificuldade de diálogo entre adultos e crianças. Os desenhos expressam a vivacidade e inocência que envolvem estas lições.

Veja um trecho do livro abaixo:


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dica de Passeio: Parque do Mirante

A área do Mirante foi desapropriada em 1895. Apesar disso, a atual construção que conhecemos surgiu apenas em meados dos anos sessenta, na gestão do prefeito Salgot Castillon. Sem dúvida, é um dos pontos preferidos para visitação, tanto pelos turistas quanto pelos moradores da cidade, devido á visão privilegiada que se tem do rio, do salto, da Rua do Porto e da cidade.



Considerado um pequeno bosque formado por árvores nativas e vegetação típica, possui alamedas que permitem caminhadas agradáveis e apreciação do seu interior, que retrata a história de Piracicaba. Um painel confeccionado em mosaico da artista Clemência Pizzigatti também faz parte de seu atrativo turístico pela sua beleza e riqueza de detalhes históricos que são retratados.





O Parque do Mirante contorna toda a extensão do Salto, proporcionando uma visão panorâmica da cachoeira "Véu da Noiva" e das curvas do rio. Recentemente o parque foi restaurado e revitalizado.



terça-feira, 21 de outubro de 2014

Receitinhas: Fast Food do Bem - Dra. Jackeline Taglieta

Você tem criança em casa que não pode ver um “verdinho” no prato que já não come todo o restante da comida? Ou sua criança come bem verduras e legumes mas você quer incrementar e deixar a comida do dia-a-dia mais atrativa aos olhos dela? Confira essas receitas de “Fast Foods” que as crianças adoram e nem dirão “eca” para o espinafre, abobrinha e cogumelos que terão acabado de comer! Ah, os adultos podem se deliciar também junto às crianças!! Bom apetite e ótima saúde para toda família!!

NUGGETS DE TOFU
(com espinafre ou brócolis)

Ingredientes
1 xícara (chá) de farinha de rosca integral
1 colher (sopa) de linhaça moída
1 colher (sopa) de parmesão ralado light
½ colher (chá) de páprica
1 xícara (chá) de espinafre cozido e amassado até virar purê (ou brócolis)
1 ovo caipira grande, ligeiramente batido
400g de tofu firme (de preferência orgânico)
½ colher (chá) de sal marinho
Óleo de canola ou soja para untar
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extravirgem

Modo de preparo
Em uma tigela, misture a farinha de pão, linhaça, parmesão e a páprica. Reserve. Em outra tigela, misture o purê de espinafre com o ovo, batendo com um garfo. Reserve.
Corte o tofu em cubos (ou use cortador de biscoito, com formatos divertidos). Polvilhe ambos os lados com sal. Mergulhe os pedacinhos de tofu na mistura de ovo e espinafre, e depois passe cuidadosamente na farinha temperada, para esconder o purê.
Unte uma frigideira grande com óleo e leve para aquecer em fogo médio. Quando esquentar, acrescente o azeite. Distribua o tofu aos poucos na frigideira, sem sobrepô-los (e não encha demais a frigideira). Doure por 3 a 4 minutos de uma lado, vire-os e doure o outro lado por mais 2 a 3 minutos, até ficar crocante e uniforme.
Rendimento: 4 porções
Receita adaptada do livro Deliciosos e Disfarçados – Jessica Seinfeld - 2008


HAMBURGUNHOS
(com cogumelos e abobrinha)

Ingredientes
450g de carne moída magra
225g de champignon frescos (cozidos no vapor) ou cogumelo shitake (aparados e picadinhos)
1 xícara (chá) de farinha de rosca integral
¼  xícara (chá) de abobrinha picadinha
1 colher (sopa) de molho inglês
2 colheres (sopa) de catchup
½ colher (chá) de sal marinho
1 pitada de pimenta
Óleo de canola ou soja para untar
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extravirgem
16 pãezinhos de hambuguer (de preferencia integrais) para servir, com folhinhas de alface e tomate fatiado.

Modo de preparo
Em uma tigela, misture bem a carne, a farinha de pão, os cogumelos, a abobrinha, o molho inglês, o catchup, o sal e a pimenta. O resultado é uma massa úmida. Modele os 16 hamburguinhos e deixe descansar em papel manteiga.
Unte uma frigideira grande com óleo e leve para aquecer em fogo médio. Quanto estiver quente, coloque o azeite e frite os hambugueres, de 4-5 minutos de cada lado, até que estejam completamente cozidos no centro. Servir com os pãezinhos, alface e tomate. Pode variar, colocando pepino, cenoura também como recheio.
Dica: ao invés de ser usado para sanduichinhos, pode ser o prato principal, acompanhado de arroz integral e feijão, por exemplo.
Rendimento: 16 unidades pequenas
Receita adaptada do livro Deliciosos e Disfarçados – Jessica Seinfeld - 2008

Jackeline Taglieta
Nutricionista

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Experiências Científicas Em Casa: Plantas

Experiências simples sugeridas pela Revista Recreio para estimular a relação das crianças com a natureza e o senso de observação:

Gotinhas de mistério

Você vai precisar de:
  • 1 planta pequena
  • 1 saco plástico grande e transparente
  • Barbante
Como fazer a experiência:
  1. Amarre o saco plástico, cobrindo as folhas.
  2. Observe depois de algumas horas. Você vai ver gotas no plástico.
O que acontece?
As gotinhas surgem da transpiração. A água evapora pelas folhas e, quando o vapor chega ao plástico, ele se condensa.


Respiração

Você vai precisar de:
  • 1 ramo de planta de aquário
  • 1 vidro com tampa
Como fazer a experiência:
  1. Coloque a planta no vidro, encha de água e tampe.
  2. Deixe em um lugar bem iluminado e observe depois de algumas horas. Vão aparecer bolhas na água.
O que acontece?
As bolhas se formam porque a planta respira e libera oxigênio quando há luz solar.


Criando raízes

Você vai precisar de:
  • Planta pequena
  • Terra
  • Casca de ovo
Como fazer a experiência:
Retire a planta do vaso com cuidado, soltando a raiz da terra. Coloque terra na casca de ovo e plante a plantinha. Regue e, após alguns dias, observe. Depois coloque a planta no vaso de novo.

O que acontece?
As raízes se expandem embaixo da terra em busca de mais água para que a planta possa se desenvolver. Enquanto cresce, a raiz abre espaços no solo, como fez na casca do ovo.

sábado, 18 de outubro de 2014

Ar condicionado, ventilador e umidificador: eles fazem mal?

O verão está cada vez mais próximo e as temperaturas já começaram a subir em diversas regiões do país. Ao mesmo tempo, alguns estados, sobretudo na região sudeste e sul, enfrentam um dos piores períodos de estiagem da história. Resultado: o nível de umidade do ar despencou. 

Para ajudar a amenizar os efeitos do calor e da secura do ar, que incluem ressecamento das mucosas, dor de cabeça, garganta seca e até sangramentos no nariz, é natural recorrer a aparelhos de ar-condicionado, ventiladores e umidificadores. Mas será que há problema? Confira o que dizem os especialistas!

AR-CONDICIONADO

A principal vantagem é controlar a temperatura do ambiente. E o principal problema é o ressecamento do ar, que piora consideravelmente a situação de crianças alérgicas, com rinite ou asma. “Todo mundo pode sentir o nariz ressecado ou a garganta ruim por causa do ar condicionado. Mas, para os alérgicos, o prejuízo é bem maior”, explica a pneumologista Beatriz Barbisan, da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).

Por isso, nas condições atuais de tempo seco, vale usar de artifícios enquanto o aparelho estiver ligado. Umidificador, bacia d’água ou uma toalha molhada já melhoram a qualidade do ar em casa. Outro cuidado a ser tomado diz respeito à temperatura. A recomendação é ajustá-la entre os 23°C e os 27°C, no máximo. É bom lembrar que, para crianças alérgicas, inalar o ar frio é tão prejudicial quanto a falta de umidade e pode desencadear crises respiratórias. Cuidando da temperatura também não há risco de choque térmico.

E acredite: se as condições de umidade estiverem boas e o ar condicionado for devidamente higienizado e tiver um bom filtro, o aparelho pode até contribuir para a diminuição das alergias. “Alguns aparelhos filtram até 80% das partículas com bactérias e fungos, prevenindo que as crianças estejam expostas a esses alérgenos”, diz a pneumologista Regina Terse, do Departamento de Pneumologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Por esse motivo, é essencial que a limpeza do filtro seja feita de acordo com as recomendações de cada fabricante. No geral, o aparelho deve passar por uma revisão uma vez ao ano.

No carro, ele também pode ser usado, desde que as saídas não estejam diretamente apontadas para o rosto das crianças. “Carros melhores e mais novos costumam ter aparelhos de ar condicionado mais potentes, à base de carvão ativado”, explica Regina. Além de regular a temperatura para que fique agradável, e não gelada, é importante trocar o filtro do ar condicionado a cada 10 mil km.

VENTILADOR

O princípio do ventilador é colocar o ar em movimento, criando uma corrente que refresca o ambiente. Mas imagine o que acontece quando se liga o aparelho em uma sala cheia de poeira, com mofos nas paredes e sem incidência de sol. Exato: todas as partículas alergênicas da sujeira, fungos e bactérias ficam circulando no ambiente, o que pode ser seriamente prejudicial a crianças alérgicas.

Por isso, é imprescindível manter o ambiente sempre limpo. Além disso, o ventilador também precisa ser higienizado, prestando atenção especial às hélices, onde a poeira se deposita. Principalmente no caso dos ventiladores de teto, em que elas ficam fora do campo de visão, é preciso ficar atento.

Lembre-se também de nunca deixar que a corrente de ar incida diretamente na criança, o que pode aumentar o ressecamento das mucosas. Ventiladores de teto devem sempre ser utilizados no modo exaustor, no qual o ar é direcionado para cima, e ventiladores móveis têm de estar posicionados de frente para a parede: assim, o ar bate e volta, e não fica direto no seu filho.

Quem leva a melhor?

Não há um consenso sobre o que é melhor: ar condicionado ou ventilador. Enquanto o primeiro provoca um ressecamento maior, o segundo gera uma corrente de ar, que pode fazer partículas alergênicas circularem pelo ambiente. “O fundamental é a percepção individual: os pais precisam estar atentos aos limites de cada criança em especial”, explica Regina. Em outras palavras, só você vai saber o que é melhor para amenizar o calor na sua casa. Se o frio do ar condicionado faz a criança espirrar muito, opte pelo ventilador. Com todas as precauções, ambos os aparelhos podem ser usados até para bebês.

UMIDIFICADOR

Normalmente, a única contraindicação aos umidificadores é a possibilidade de deixar o ar úmido demais, cenário ideal para a proliferação de fungos e bactérias – em geral, quando o aparelho fica ligado durante muito tempo. “Na situação atual, em que a umidade do ar está extremamente baixa, não há problema em dormir a noite toda com o umidificador ligado, desde que o ambiente seja bem higienizado e haja circulação de ar”, explica Beatriz.

Apesar do preço do aparelho não ser acessível a muitas famílias, há outras alternativas que funcionam bem para elevar a umidade do ar, como pendurar toalhas molhadas e usar bacias com água. Nesse último caso, por questão de segurança, é preciso ficar atento ao local onde a bacia será colocada: sempre longe do alcance das crianças.

No entanto, manter apenas o ambiente com uma boa umidade não basta. “O fundamental é que as mucosas estejam umedecidas. Para isso, o corpo deve estar bem hidratado. O ar sempre chega ao pulmão úmido se existe uma hidratação adequada das mucosas”, explica Beatriz. Assim, ofereça bastante água fresca ao seu filho e use soro para combater o ressecamento no nariz.