sexta-feira, 13 de abril de 2012

Blogagem Coletiva: Infância Livre de Consumismo



Confira o que está sendo falado por aí:



"Como vivemos em uma sociedade de consumo é preciso ensinar as crianças desde cedo que o ser é infinitamente melhor do que o ter, que a marca do brinquedo não garante a diversão e a roupa ou sapato protegem o corpo independentemente da marca. Mas e quando o produto não é voltado para crianças e a publicidade tem um claro apelo infantil?"  Continue lendo: Blog Casinha de Sapê

"Ou seja, os pais "são obrigados" a comprar nesse supermercado porque todos os coleguinhas possuem os tais brinquedos, trocam entre si na escola, etc. Na minha opinião, é um apelo direto ao publico infantil e uma maneira de persuadir os pais a consumir mais produtos." Continue lendo: Blog Contos De Uma Mãe Pandora


"Me lembro como hoje de como fiquei com o coração partido ao chegar na escola e vê-lo olhando, com os olhinhos de pidão, os colegas brincando de beyblade, e mendigando um minutinho de empréstimo do brinquedo. (...) E temos tentando, nem sempre com sucesso, continuar fazendo isso por aqui. Tentar frear o consumo. Tentar dar-lhe tempo para desejar muito algo antes de tê-lo, tentar mostrar que as pessoas são diferentes, têm necessidades diferentes, têm realidades diferentes e que a felicidade delas não está nos bens que podem consumir." Continue lendo: Blog Especial É Ser Criança


"Na verdade, para mim, qualquer comercial que tem criança como público-alvo é abusivo. Pelo simples fato de que elas são pessoas em formação, não tem filtros e superego desenvolvidos para não cederem prontamente aos estímulo do "tenha isso, compre aqui e seja legal, seja o melhor"." Continue lendo: Blog Peripécias de Cecília e Fofices de Clarice


"Sim, os pais têm o dever de educar seus filhos, de prepará-los para enfrentar um mercado capitalista voraz, de ensinar-lhes o caminho da sustentabilidade, e acredito que podem até ensiná-los a desenvolver um olhar crítico a respeito do que o mercado publicitário lhes apresenta. (...) Ademais, é óbvio que as crianças não têm qualquer discernimento para identificar uma propaganda, para separar a realidade da fantasia ou para fazer qualquer julgamento crítico a respeito do conteúdo da mensagem que é veiculada, principalmente as de tenra idade." Continue lendo: Blog Coisa de Mãe


"Temos uma filha de 4 anos e uma de 13 meses e procuramos evitar que as duas sejam muito expostas à propaganda. E o motivo pra isso é que tentamos a todo custo proteger a sua meninice. Não queremos que as nossas filhas percam um só segundo desta fase que julgamos ser tão importante para as suas vidas. E não queremos criar filhas mimadas e consumistas que não consigam encontrar prazer em coisas como um dia lindo de sol, ou a sensação boa das ondas do mar batendo nas nossas pernas." Continue lendo: Blog Multiplicado Por Dois


"Somos a geração do consumo, do descarte, do desperdício. Nossos filhos consomem mais açúcar numa festinha de aniversário do que todo um império da antiguidade podia consumir em meses. Tem mais sal num saquinho de salgadinho do que provavelmente no salário de um soldado romano. Nossos banheiros  guardam mais produtos de beleza higiene pessoal do que um harém das mil e uma noites. Muitos com a validade vencida sem terem sido usados. Não somos culpados. Ninguém nunca pensou nas consequências que esse comportamento traria para o planeta, para nós mesmos e para a formação das futuras gerações. Ao contrário. Comprar sempre foi motivo de orgulho, status, poder." Continue lendo: Blog Ombudsmãe


"Pode fazer propaganda de produto pra criança, papinha, brinquedinho, porcaritos? Pode, mas em horário noturno, sem desenhinho, sem musiquinha infantil, sem cores atraentes. Para que os pais decidam. E mais: que também a publicidade de produtos para adultos não venha travestida de apenas mais um filminho alegre, quando na verdade está fazendo um apelo para a faixa etária mais vulnerável. Pra que o filhote depois venha pedir pro papai comprar aquele carro legal da propaganda legal, sabe?" Continue lendo: Blog 1, 2, 3, Saco de Farinha


"Sei que hoje em dia é muito difícil e que o apelo do Playstation e dos qualquer coisa Box é muito grande, uma tentação à criança e aos pais, que podem deixá-los em frente à TV e se concentrar em trabalho, tarefas domésticas, atividades diversas. Uma vez que eu e o Rô não somos fãs dessa tecnologia toda, acredito (volta devagar, cuspe) que não vamos ceder a esses brinquedos tão cedo. Acredito. Ponto." Continue lendo: Viagens de Primeira Viagem


"Temos leis que realmente protegem a infância e colocam para os pais, para a família, para o governo e para a sociedade a responsabilidade da sua formação - afinal é preciso todas uma aldeia para formar uma criança." Continue lendo: Viciados Em Colo


"Acredito que a ideia de consumir passa de geração para geração, algo familiar. Atualmente casada, olhando para o passado, para o modo de vida e valores intrínsecos, tão familiares, da minha família e do meu marido avalio que são muito diferentes; desde a criação como os hábitos. Por exemplo, meu marido sempre teve uma educação mais rígida, no qual havia a presença da palavra NÃO, da orientação e do bloqueio da televisão. Enquanto a minha sempre foi mais liberal e nossos pedidos (meu e dos meus irmãos) na maioria das vezes foram atendidos. (...) Não acredito que o melhor caminho seja o desejo de querer o tempo todo, dos pais satisfazerem a criança para que não haja frustrações. Temos o hábito enquanto pais de regularmos essas vontades, de falarmos não, darmos os devidos limites ao impulso e a vontade de ter, ter, sempre ter..." Continue lendo: Blog Nova Vida, Vida Nova


"Meu desejo consumista caiu pela metade quando meu marido e eu começamos a gravar nossos programas favoritos ao invés de assistir TV aberta cheia de comerciais. Desde 2004 eu não assisto mais comerciais. Não sei qual o cosmético mais badalado, nem o jeans mais transado e nem a bolsa mais-mais da estação, então o meu consumo vai do que eu vejo à venda nas lojas. Não fico sonhando com nada depois de ver um comercial, matutando por dias se quero ou não aquilo, o meu anseio é ao vivo na loja e eu geralmente consigo segurá-lo muito melhor do que se tivesse sendo alimentada por propagandas." Continue lendo: Blog Botõezinhos


"Há muito venho observando o quanto no geral a indústria é preparada para criar necessidades que não existem. Faz parte da proposta de qualquer anúncio publicitário, criar em você a vontade de ter algo, suprimindo a sua capacidade de decidir se aquele algo é necessário ou não." Continue lendo: Blog Super Duper


E você, o que pensa sobre tudo isso?

2 comentários:

Loreta disse...

Poxa, não fiquei sabendo da BC a tempo!!
Vou ler todos!! Valeuu!!

Bjos,

Loreta #amigacomenta;)
@bagagemdemae

Falou Tchau disse...

Nossa qta coisa boa pra gente poder partilhar né? Adorei o tema e poder conhecer gente nova!

Abraços

Falou Tchau